Passeios em Tchéquia

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A República Checa são duas terras com um nome só. A Boémia é a bacia ocidental, cercada de montes, com Praga no meio. A Morávia é a metade oriental, mais baixa, mais quente e virada para Viena.

Nada nela fica longe. Os cantos mais afastados ficam a três ou quatro horas da capital. É por isso que quase todo o país se vende como dia fora a partir de Praga.

A Boémia fora da capital

Quase todos estes ficam a uma ou duas horas. Fazem-se de carro com motorista, e o preço conta-se por carro e não por lugar.

  • Kutná Hora. Dinheiro medieval de prata, a igreja gótica tardia de Santa Bárbara e o ossário de Sedlec, onde um entalhador dispôs os ossos de mais de 40.000 pessoas em 1870.
  • Karlštejn. Fundado por Carlos IV em 1348 para guardar as joias da coroa, a trinta quilómetros.
  • Český Krumlov. Uma curva apertada do Vltava debaixo de um castelo com um teatro barroco lá dentro, classificado em 1992.
  • O triângulo termal. Karlovy Vary, Mariánské Lázně e Františkovy Lázně, classificadas em 2021 com outras oito termas europeias. A nascente Vřídlo atira água a 73 graus a doze metros de altura.
  • Plzeň. Onde a primeira lager clara foi feita a 5 de outubro de 1842. As caves fazem parte da visita.
  • Suíça Boémia. Torres e gargantas de arenito na fronteira alemã, com o arco da Pravčická brána lá em cima.
  • Terezín. A cidade-fortaleza usada como gueto e campo de trânsito, a uma hora para norte. História, e não passeio.

A Morávia e o vinho

O vinho checo é moravo. Cerca de 96 por cento das vinhas estão aqui, perto de Mikulov, Znojmo e Velké Pavlovice. A serra de Pálava fica por cima das melhores.

Lednice e Valtice formam uma só paisagem desenhada, classificada em 1996. Brno é a segunda cidade. O outono traz o burčák, vinho apanhado a meio da fermentação.

Prático

  • Dinheiro. A coroa, não o euro. Os cartões funcionam em quase todo o lado; passe ao lado das casas de câmbio.
  • Estação. Maio, junho e setembro são os meses confortáveis. O inverno é frio e escuro, e os mercados de Natal são a compensação.
  • Cerveja. Os checos bebem mais cerveja por cabeça do que qualquer outro povo desde o início dos anos 1990. Meio litro numa taberna de aldeia custa menos do que um café numa praça de turistas.
  • Como circular. Comboios e autocarros ligam as cidades e custam pouco. Os castelos e as caves pedem carro.
  • Castelos. Os interiores veem-se em visitas guiadas com hora marcada, em checo a não ser que a versão inglesa seja reservada antes. Muitos fecham de novembro a março.
  • Gorjetas. Arredonde ou junte uns dez por cento, dizendo o valor total ao entregar o dinheiro.
  • Comida. Porco, bolinhos de massa cozida e molho são a base. Prove a svíčková e a sopa azeda de centeio antes de formar opinião.

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