Passeios em Bahrein

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Passeios em Bahrein

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O Barém é um arquipélago de umas trinta ilhas e cerca de 786 quilómetros quadrados. É o mais pequeno país árabe. A ilha principal tem cinquenta quilómetros de ponta a ponta, e por isso as visitas vendem-se lisamente como norte ou sul.

Como o país se organiza

  • Manama e Muharraq. A capital e a ilha mais antiga ao lado, ligadas por uma ponte-estrada. O aeroporto fica em Muharraq, e as casas de mercadores atrás da sua frente de água são o que o caminho das pérolas enfia num só fio.
  • A costa norte. Qal'at al-Bahrain, o montículo que foi a capital de Dilmun, com camadas que vão de 2300 a.C. ao século XVIII. Património Mundial desde 2005.
  • O oeste. Os túmulos funerários de Dilmun — vinte e um sítios e cerca de 11.700 sepulturas erguidas entre 2050 e 1750 a.C., classificados em 2019.
  • O sul. Deserto, a Árvore da Vida sozinha no meio dele, e o circuito de Sakhir que recebe o Grande Prémio desde 2004.

Passar de uma à outra

Quem faz o trabalho são os táxis e os motoristas alugados. A rede de autocarros existe mas não foi feita para visitantes. A ponte do Rei Fahd corre vinte e cinco quilómetros até à Arábia Saudita desde 1986, e enche à quinta-feira à noite.

O que o país põe à venda

Um catálogo curto, e honesto. A história vem primeiro, e as meias jornadas partem a ilha em norte e sul. Uma segue em frente a história de Dilmun; o caiaque cobre a água rasa e os mangais.

Prático

  • Época. De novembro a março. O verão é quente e húmido ao mesmo tempo, e o mar não alivia nada disso.
  • Três sítios de Património Mundial. O forte, os túmulos funerários e o caminho das pérolas em Muharraq — um percurso de 3,5 quilómetros pelas casas do comércio das pérolas, classificado em 2012. É muita coisa para 786 quilómetros quadrados.
  • Dinheiro. O dinar está fixado em cerca de 2,65 dólares e é uma das moedas de maior valor que há: preços de um algarismo não são preços pequenos.
  • Álcool. Servido às claras nos hotéis e nos restaurantes licenciados, o que explica boa parte do movimento da ponte aos fins de semana.
  • Ramadão. De dia as cozinhas fecham, a noite começa tarde, e os sítios históricos cumprem horários mais curtos.
  • Roupa. Descontraída para os padrões da região em Manama, mais cuidada nos sítios históricos e nos bairros velhos.

Cidades: Bahrein

Principais atrações: Bahrein

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