Passeios em Manama

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Passeios em Manama

5 experiências Bahrein

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O Barém é uma ilha pequena. Manama fica na sua ponta norte, e boa parte do chão por baixo dela é mar conquistado.

O Bab Al Bahrain abriu em 1949 como porta do souk, então à beira de água. Hoje está várias ruas para dentro. O mercado atrás dele vive de ouro, especiarias e tecido.

Três sítios de Património Mundial numa só ilha

O Barém tem três, o que é muito para um país deste tamanho. Todos ficam a menos de meia hora de Manama.

  • Qal'at al-Bahrain. A capital de Dilmun, classificada em 2005. As escavações, a decorrer desde 1954, abriram sete camadas de ocupação num montículo de doze metros.
  • Pesca de pérolas, testemunho de uma economia insular. Classificada em 2012: dezassete edifícios em Muharraq, três bancos de ostras ao largo e o caminho entre eles.
  • Túmulos funerários de Dilmun. Classificados em 2019. Vinte e um campos de sepulturas erguidos entre 2050 e 1750 a.C.

O resto da ilha num dia

Atravessa-se o país numa hora. As visitas vendem-se como uma volta a norte e outra a sul.

  • Grande Mesquita Al Fateh. Construída em 1987 sob uma das maiores cúpulas de fibra de vidro do mundo, e aberta a visitantes com guia.
  • A Árvore da Vida. Uma algarobeira a que dão quatro séculos, sozinha no deserto do sul e sem água à vista.
  • Sakhir. O museu do petróleo marca o sítio onde o lado árabe do Golfo encontrou petróleo pela primeira vez, em 1932. O circuito de Fórmula 1 é ali ao lado.
  • Muharraq. A antiga capital do outro lado da água, com casas de mercadores e torres de vento ao longo do caminho das pérolas.
  • Riffa e A'ali. Um forte numa crista sobre um vale seco, e uma aldeia de olaria a trabalhar no meio dos túmulos.

Como se vende o dia

A oferta aqui é curta e quase toda privada. Um carro com guia, meio dia ou o dia inteiro, é o formato do costume. O caiaque pelos mangais é a exceção.

Prático

  • Época. De novembro a março. O verão junta quarenta graus à humidade do mar, e a sombra não ajuda grande coisa.
  • Álcool. Legal e vendido às claras, o que não acontece em todos os vizinhos. Explica boa parte do trânsito de fim de semana.
  • A ponte-estrada. Vinte e cinco quilómetros de ponte até à Arábia Saudita, aberta desde 1986. A quinta-feira à noite é o aperto.
  • Fim de semana de corrida. A Fórmula 1 corre em Sakhir desde 2004 e esvazia os hotéis durante uma semana. Reservar com muita antecedência ou desviar-se.
  • Deslocações. Não há metro, e não faz falta. Táxis e aplicações cobrem um país que se atravessa de carro antes do almoço.
  • Roupa. Descontraída nos hotéis e nos centros comerciais, para os padrões do Golfo. Ombros e joelhos tapados para a mesquita e para o souk.
  • Dinheiro. O dinar é uma das moedas mais fortes que há, por isso números pequenos valem mais do que parecem.

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