Cúrio, Troodos, Nicósia e o Norte 2026: GetExperience
O entretenimento em Chipre não assenta em parques de diversões, aqui quase inexistentes, mas em duas coisas: o mar e o exotismo das aldeias. A primeira linha parte de Larnaca: toma-se um veleiro inteiro durante quatro horas, o percurso segue a costa sul, com paragens de banho onde o fundo se vê até às pedras. A companhia a bordo é a vossa, e a música e a hora de saída combinam-se de antemão.
A segunda linha leva ao interior, e a surpresa aí é um parque de camelos junto a Lefkara. Os camelos chegaram a Chipre nos anos noventa; podem ser alimentados, as crianças montam-nos, e ao lado ergue-se a própria Lefkara, aldeia conhecida pela renda que, segundo a tradição local, Leonardo da Vinci comprou aqui para a catedral de Milão. Na mesma saída costuma aparecer também uma adega.
Na prática. O veleiro reserva-se com antecedência para fins de semana e para as horas do pôr do sol, que esgotam primeiro. A bordo são precisos chapéu e creme: no convés quase não há sombra e o reflexo da água queima a dobrar. Nos programas de aldeia caminha-se muito sobre pedra irregular, e não convém aproximar-se dos camelos com comida na mão sem autorização do tratador. No verão o interior fica uns graus mais quente do que a costa.













