Turismo em Corfu (ilha)

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Turismo em Corfu (ilha)

18 experiências Grécia

Corfu é a única parte da Grécia que quase não conheceu o domínio otomano: quatro séculos de Veneza, depois os franceses, depois os britânicos até 1864. Daí uma ilha que não se parece nada com o Egeu: ocre e portadas em vez de cubos caiados, olivais — que os venezianos pagavam para plantar — em vez de rocha nua. Os circuitos panorâmicos reúnem esse fio num dia: o Achilleion, palácio da imperatriz Isabel com o seu Aquiles de mármore no jardim, as aldeias de Sinarades e Pelekas nas colinas, Paleokastritsa com o mosteiro sobre as enseadas.

O ponto mais alto é o Pantokrator, novecentos e seis metros. A estrada sobe em curvas apertadas por entre aldeias e, em dia limpo, do cume vê-se a costa albanesa e o perfil das ilhas vizinhas. Até lá chegam também os safaris de jipe: a noroeste e a sul, por pistas de terra ao lado de casarios abandonados, com paragens em miradouros e almoço na serra. A versão ao pôr do sol está calculada para que a última hora calhe na costa oeste.

A parte marítima segue para sul. Paxos e Antipaxos são duas ilhas pequenas a duas horas: a primeira tem as Grutas Azuis sob as falésias, a segunda uma água de cor tal que as fotografias parecem tratadas. Outro percurso passa ao continente: a Lagoa Azul de Sivota e a vila de Parga, que sobe em degraus a partir da água. À parte fica Meteora: ferry para Igoumenitsa e estrada para o interior; o dia é longo, mas os mosteiros sobre as rochas compensam.

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