Turismo em Tessalônica

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Turismo em Tessalônica

16 experiências Grécia

Tessalônica foi fundada em 315 antes de Cristo e leva o nome da irmã de Alexandre o Grande. Desde então a cidade nunca recomeçou do zero: foi apenas ganhando camadas. A Torre Branca, na marginal, é otomana; a Rotunda ergueu-se sob Galério no início do século quarto e pertence ao mesmo conjunto do seu arco; quinze monumentos paleocristãos e bizantinos estão na lista da UNESCO, porque esta foi a segunda cidade de Bizâncio depois de Constantinopla. Os passeios a pé reúnem tudo num percurso, do porto até à Cidade Alta com as suas muralhas e o golfo inteiro em baixo. O museu arqueológico explica depois aquilo que a rua só mostra aos pedaços.

A segunda camada é a Macedónia em redor. Em Vergina, a uma hora, está o túmulo de Filipe II, pai de Alexandre: o larnax de ouro e a armadura repousam sob o túmulo onde foram encontrados. Dion, ao pé do Olimpo, era a cidade sagrada dos reis macedónios. A Veria chegou o apóstolo Paulo para pregar, e os degraus do Bema ainda assinalam o lugar. São excursões de um dia, quase sempre privadas, com regresso ao anoitecer.

Seguem-se as viagens por causa das quais se organiza uma estadia aqui. Meteora fica a três horas: mosteiros em agulhas de rocha, durante séculos alcançáveis apenas dentro de uma rede; vai-se de autocarro ou de comboio. Halkidiki trata do mar — cruzeiro à Lagoa Azul e navegação ao longo da costa do Monte Atos, de onde os mosteiros se avistam da água. E os passeios gastronómicos pelo centro mostram que a cozinha daqui está mais perto de Istambul do que de Atenas.

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