Passeios em Jordânia

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Passeios em Jordânia

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A Jordânia é pequena, seca e disposta ao longo de uma linha. O país tem mais ou menos o tamanho de Portugal, e três estradas correm de norte para sul. A que se apanhar decide o aspeto da viagem.

A linha que desce o país

A Estrada do Rei é a antiga. Sobe a escarpa, atravessa o desfiladeiro do Wadi Mujib e passa pelos castelos dos cruzados. A Estrada do Deserto é mais rápida.

  • O norte. Jerash, cujo arco se ergueu para a visita de Adriano no inverno de 129, com o castelo de Ajloun e Umm Qais.
  • O mar Morto. A terra firme mais baixa que existe, mais de quatrocentos metros abaixo. A superfície tem descido cerca de um metro por ano desde os anos 1960.
  • Madaba e o monte Nebo. Um mapa da Terra Santa em mosaico do século VI no chão de uma igreja, e o cume de onde se diz que Moisés olhou para ela.
  • O deserto oriental. Pavilhões de caça omíadas na direção de Azraq. Qusayr Amra guarda os seus frescos do século VIII, na lista da UNESCO desde 1985.
  • Petra. A capital nabateia, talhada em arenito vermelho, classificada no mesmo ano. O Siq que lá dá entrada é mais de um quilómetro de garganta estreita.
  • Wadi Rum. Jebels de arenito e granito a sair da areia vermelha.
  • Aqaba. A única costa, com recifes do mar Vermelho a poucos minutos de barco.

Ao que as pessoas vêm

Primeiro as ruínas, e são romanas e nabateias e não faraónicas. Depois o deserto, a parte que quase toda a gente subestima. Boiar no mar Morto vem em terceiro.

Aqaba acrescenta o mergulho. A rota bíblica é uma viagem à parte, de Nebo ao sítio do batismo no Jordão. O mansaf é o prato a provar, borrego cozinhado em iogurte seco fermentado.

Como se vendem as viagens

Quase tudo é um carro privado com motorista-guia. As distâncias são a razão. As partidas em grupo escasseiam no inverno.

Os circuitos de vários dias são a outra forma. Vão de três a seis noites com hotéis, e cobrem Petra, Wadi Rum e o mar Morto numa só reserva.

Prático

  • Jordan Pass. Comprado online antes de voar, cobre a taxa de visto e a entrada em mais de quarenta sítios, Petra incluída. Exige duas noites no país.
  • Estação. De março a maio e de setembro a novembro. O verão dá trabalho no sul e é pior no mar Morto. As noites de inverno em Petra e no deserto caem perto dos zero graus.
  • Conduzir. De Amã a Petra são cerca de três horas, de Petra a Wadi Rum mais noventa minutos, de Wadi Rum a Aqaba uma hora.
  • Dinheiro. O dinar está indexado ao dólar e vale mais do que um. Os cartões funcionam nas cidades, mas os acampamentos e os sítios pequenos querem numerário.
  • O fim de semana. Sexta-feira e sábado. A manhã de sexta é calma em todo o lado.
  • Gorjetas. Uns dez por cento nos restaurantes, e alguns dinares para o motorista.

Cidades: Jordânia

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