Passeios em Canárias

Guia da região

Passeios em Canárias

6 experiências Espanha

Planeie a sua viagem para Ilhas Canárias

As Canárias são oito ilhas vulcânicas habitadas, a cem quilómetros de Marrocos e muito longe de Espanha, e dividem o trabalho entre si. Tenerife é a maior e mais movimentada, com o Teide — 3715 metros, o ponto mais alto de Espanha —, o canal das baleias no flanco sul e as estâncias de Los Cristianos a Costa Adeje. A Grã-Canária tem as dunas de Maspalomas, os barrancos de Guayadeque e Las Palmas, capital com centro histórico a sério. Lanzarote é a mais estranha de ver: os campos de lava de Timanfaya, as aldeias brancas em redor de Teguise e uma estética de ilha que um arquiteto, César Manrique, praticamente desenhou. Fuerteventura é vento e praia, com Morro Jable na ponta. As ilhas ocidentais são mais calmas e verdes: La Palma para estrelas, La Gomera pela laurissilva de Garajonay, El Hierro e La Graciosa para quem foge das outras sete.

São os ventos alísios que ditam as regras. Os vulcões são o cabeçalho — a estrada da cratera pelo Teide, os poços de fogo de Timanfaya e as noites a ver estrelas, que existem porque a altitude e o ar batem quase tudo na Europa. O mar dá o resto: baleias e golfinhos em qualquer mês, porque os grupos ao largo de Tenerife não migram, além de vela, mergulho e praias longas. A comida e o vinho são melhores do que a fama, com vinhas em cinza vulcânica negra e garrafas que quase nunca saem das ilhas. Junte caminhadas nos barrancos e uma semana enche-se.

Prático. Saltar de ilha em ilha implica avião ou barco, não uma ida e volta no dia, por isso decida primeiro onde fica; a oferta muda de ilha para ilha. O tempo é o ponto central e mais complicado do que os folhetos sugerem: os alísios mantêm a costa entre uns 18 e 26 °C todo o ano, mas cada ilha tem um norte húmido e verde e um sul seco e luminoso, muitas vezes na mesma tarde, e algumas vezes por ano a calima traz pó do Sara sobre tudo e leva a visibilidade. As noites no Teide são frias faça o que fizer a costa. As ilhas são mais baratas do que a Espanha continental, em parte porque o imposto local sobre vendas é uma fração do IVA espanhol — um café por um euro e meio, uma ementa do dia por dez a doze. A gorjeta segue o hábito espanhol do troco e do arredondamento, nunca percentagem. O cone do cume do Teide exige autorização gratuita marcada com semanas de avanço; o teleférico chega aos 3555 metros sem ela. E o inverno é a época alta: janeiro enche de uma maneira que junho não.

Melhores experiências em Ilhas Canárias

Principais atrações: Ilhas Canárias

Mais destinos para explorar

Não encontra a experiência certa?

Diga-nos o que está a planear e os anfitriões locais enviam-lhe opções à medida das suas datas, do seu grupo e do seu orçamento.