Passeios em Tunísia

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A Tunísia é o mais pequeno país do Magrebe. É também aquele que concentra mais coisas num percurso curto. O cabo Angela, a norte de Bizerte, é o ponto mais setentrional de África; as dunas de Douz ficam um dia para sul.

Como o país se divide

Cinco faixas, e cada uma delas dá umas férias diferentes. As distâncias entre elas são modestas.

  • O norte. Tunes e Cartago sobre o golfo, Dougga e Bulla Regia no interior, Ichkeul por trás de Bizerte.
  • Cap Bon. A península apontada à Sicília, com as praias de Hammamet, os oleiros de Nabeul e a púnica Kerkouane.
  • O Sahel. Sousse, Monastir e Mahdia na costa, El Jem e a sagrada Kairouan pouco depois para o interior.
  • Djerba e os ksour. A ilha, depois as casas trogloditas de Matmata e os celeiros fortificados à volta de Tataouine.
  • O sudoeste. Douz, Tozeur e Nefta, o salgado do Chott el Jerid e a areia que vem a seguir.

Pelo que o país é conhecido

Roma deixou aqui mais do que em quase todo o lado fora de Itália. O anfiteatro de El Jem tinha cerca de trinta e cinco mil lugares e mantém-se quase à altura original. Dougga ocupa setenta e cinco hectares que nenhuma cidade posterior chegou a cobrir.

A camada árabe é igualmente forte. A Grande Mesquita de Kairouan foi fundada em 670 e fixou o modelo do Magrebe. O seu minarete quadrado foi copiado durante séculos.

Depois há o deserto. A maioria desce a sul por um camelo e uma noite debaixo de lona. Os cenários de cinema de Matmata e de Ong Jemel ficam nas mesmas estradas.

Como se vendem as viagens

Quase todas as bases balneares vendem a mesma descida ao sul. Dois dias chegam às dunas e voltam; uma semana apanha os oásis, os ksour e a costa romana. O ponto de partida muda o percurso, não o destino.

Prático

  • Estação. De abril a junho e de setembro a outubro resulta em todo o lado. Julho e agosto pertencem à costa; ao meio-dia o sul castiga.
  • Calor. Tunes anda pelos 34 °C de média em agosto; Douz e Tozeur passam bem disso. As noites de inverno no deserto descem perto dos zero graus.
  • Dinheiro. O dinar é uma moeda fechada e não pode ser levado para dentro nem para fora. Guarde os recibos do câmbio: a reconversão no aeroporto está limitada a eles.
  • Cartões. Hotéis e restaurantes maiores aceitam-nos; souks, táxis e paragens rurais não.
  • Entre cidades. Os louages, os táxis partilhados de longo curso, saem quando enchem e custam pouco.
  • Língua. O árabe é oficial, e o francês atravessa placas e ementas. O inglês rareia longe dos hotéis.
  • Gorjetas. Não vêm na conta. Arredondar cobre um café, dez por cento uma refeição.
  • Ramadão. As datas mudam todos os anos, e de dia os cafés e restaurantes fecham. Os monumentos ficam abertos com horário mais curto.

Cidades: Tunísia

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