Aeroporto, Pireu, hotéis de Creta e das ilhas 2026: GetExperience
A Grécia desportiva é antes de tudo água e montanha, muitas vezes no mesmo dia. Em Creta caminha-se: os desfiladeiros de Samaria e Imbros são itinerários a descer, do planalto ao mar da Líbia, sobre pedra, entre paredes de centenas de metros. Ali há também canyoning e via ferrata para quem acha os trilhos pouco. Em Zante e em Creta mergulha-se com máscara e garrafa; em Míconos e Rodes sai-se à vela e em prancha de remo.
Linha à parte é a bicicleta. Atenas e as suas colinas percorrem-se de bicicleta elétrica, Corfu de bicicleta normal, pelo sul verde. No inverno a Grécia sabe surpreender: no continente funcionam as estâncias de esqui do Parnaso e de Kalavryta, de que poucos visitantes suspeitam. O paratrike sobre Creta é desporto só a meias, mas as exigências são as mesmas: meteorologia, instruções, disciplina.
Na prática. Samaria são dezasseis quilómetros a descer sobre pedra: são precisas botas amaciadas, reserva de água e joelhos sãos; o desfiladeiro fecha de novembro a abril e nos dias com risco de cheia. O mergulho exige certificação para a profundidade; aos principiantes dão batismos junto à margem. Tudo o que é marinho depende do vento — com meltemi as saídas cancelam-se com devolução. No verão a atividade marca-se de manhã.






























