Melhores Comida e Bebida de Grécia 2026: GetExperience
A cozinha grega muda de ilha para ilha muito mais do que sugere o meze de uma taberna turística. Em Creta tudo se faz com azeite — consome-se aqui mais por habitante do que em qualquer parte do mundo — e há o dakos, uma tosta de cevada com tomate e mizithra. Em Santorini crescem tomates cereja e beringelas brancas, adaptados a um solo vulcânico sem água. Em Salónica a mesa é de origem otomana: bougatsa, folhados, muitas especiarias.
Os programas seguem três linhas. A do vinho passa por Santorini, onde a videira é conduzida em coroa sobre o solo para a proteger do vento e o assyrtiko dá um seco de nota salina; depois Naxos, Creta e Míconos. A da cozinha são as oficinas de Paros e Naxos, onde primeiro se vai ao mercado e depois se cozinha. A dos passeios gastronómicos cobre Salónica e Atenas, onde os pratos se explicam pela história dos bairros.
Na prática. O meze é pensado para o grupo: não é preciso um prato principal por pessoa, em quatro tomam-se oito ou dez pratinhos. Os gregos almoçam às duas ou três e jantam depois das nove; antes disso uma taberna de aldeia pode estar vazia. As provas ficam quase sempre fora da cidade, e a fórmula com motorista é mais cómoda do que o aluguer. As vindimas caem em finais de agosto e em setembro.































