Comida e Bebida em Chania

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Comida e Bebida em Chania

5 experiências Creta

A Creta ocidental são vinhas e socalcos de oliveiras que começam logo à saída de Chania. Não é preciso ir longe: as primeiras quintas do sopé ficam a vinte ou trinta minutos, pelo que uma saída de prova cabe em meio dia. Na adega costumam mostrar a cadeia inteira — cepa, cuba, barrica — e servem o que quase não se cultiva fora da ilha: a branca vilana, as tintas kotsifali e liatiko. As castas autóctones não são aqui marketing, mas consequência do isolamento: a ilha viveu séculos do seu próprio material de plantação.

O azeite vem em segundo lugar e explica-se no local. O que separa uma primeira prensagem a frio do resto é a acidez e as horas entre a colheita e a prensa; no lagar alinham várias amostras e a diferença impõe-se sem teoria nenhuma. Alguns programas juntam queijo: a graviera faz-se com leite de ovelha em caldeirão de cobre sobre lenha, e a prova de queijo com vinho constrói-se à volta de como funcionam juntos os pares locais.

Há também formatos para quem tem pouco tempo. Para os passageiros de cruzeiro cujos navios atracam em Souda, as saídas de meio dia em todo-o-terreno às adegas são calculadas pela hora de partida. O transfer para a quinta Manousakis é a opção sem logística complicada: levam, fazem a prova, trazem de volta. E o passeio privado pelas aldeias de Apokoronas liga a mesa à vida rural — almoço onde se cozinha para si próprio e não para uma ementa.

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