Passeios em Cidade do México

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A Cidade do México fica a 2.240 metros. Nove milhões de pessoas vivem na cidade propriamente dita, e cerca de vinte e dois milhões na área metropolitana à volta. Tudo isto assenta no leito de um lago drenado e continua a afundar-se.

O centro e os bairros

O centro histórico e Xochimilco entraram juntos na lista do Património Mundial em 1987. O Zócalo é o meio disso. A catedral e o Templo Mayor escavado ficam na mesma praça.

  • Templo Mayor. Trabalhadores da eletricidade deram aqui com um disco asteca esculpido em fevereiro de 1978, e a escavação nunca mais parou.
  • Coyoacán. Um bairro do sul, de calçada, com a Casa Azul de Frida Kahlo numa das suas ruas.
  • Xochimilco. Canais sobreviventes do antigo lago, trabalhados por barcos chatos e pintados a que chamam trajineras.
  • Chapultepec. O parque grande, e o museu de antropologia onde a arqueologia do país mora de facto.
  • Roma e Condesa. Ruas do início do século XX que hoje concentram quase todo o comer e beber.

Dias fora a partir da Cidade do México

Dois dos maiores sítios ficam fora do anel. Teotihuacan fica a uns cinquenta quilómetros para nordeste e leva uma manhã. A basílica de Guadalupe fica no caminho de volta.

As regras de subida mudaram lá duas vezes. A Pirâmide do Sol fechou aos escaladores em 2021. A Pirâmide da Lua reabriu em 2025, mas só até à primeira plataforma.

  • Teotihuacan. Duas pirâmides enormes numa avenida comprida, erguidas por um povo cujo próprio nome se desconhece.
  • Basílica de Guadalupe. O principal sítio de peregrinação do país, normalmente colado à saída de Teotihuacan.
  • Tlatelolco. A Praça das Três Culturas, onde uma plataforma asteca, uma igreja colonial e prédios dos anos 1960 partilham o mesmo largo.

Prático

  • Altitude. A cidade fica mais alta do que a maioria das estâncias alpinas. Leve o primeiro dia devagar e beba mais água do que parece preciso.
  • Estações. Seco e ameno de novembro a abril. De maio a outubro chove com força ao fim da tarde e depois abre.
  • Museus. Quase todos fecham à segunda-feira, o de antropologia e o Templo Mayor incluídos.
  • Casa Azul. Os bilhetes com hora vendem-se online e esgotam antes do próprio dia. Não há fila que valha a pena à porta.
  • Como circular. O metro custa uns pesos e ganha ao trânsito. Use as aplicações de transporte em vez de chamar táxis na rua.
  • Refeições. A refeição principal vai das duas às quatro. Os restaurantes enchem para jantar depois das nove.
  • Preços. Um almoço de mercado custa uns dólares, um menu de degustação na Roma tanto como na Europa.
  • Gorjetas. Dez a quinze por cento nos restaurantes, mais uns trocos para quem abastece o carro e para quem vigia o estacionamento.

Cidades: México

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