Passeios em Ubud

Guia da cidade

Passeios em Ubud

32 experiências Bali

Planeie a sua viagem para Ubud

Ubud fica no interior, nos contrafortes de Bali, numa paisagem de gargantas de rio e arroz em socalcos. É o centro cultural da ilha desde a década de 1930, quando um punhado de pintores europeus se instalou aqui. A vila em si é compacta.

  • O palácio real — no cruzamento principal, ainda com espetáculos de dança no pátio quase todas as noites.
  • O templo Saraswati — mesmo ao lado, com um tanque de lótus a ocupar todo o átrio.
  • A Floresta Sagrada dos Macacos — na ponta sul, um complexo de templos em selva antiga com várias centenas de macacos-de-cauda-longa que não são nada tímidos.
  • O passeio da crista de Campuhan — sobe da vila por uma espinha entre dois rios e leva uma hora.

Em redor, a paisagem toma conta de tudo. Os socalcos de arroz de Tegalalang ficam a norte e o santuário na gruta de Goa Gajah a leste. A garganta do rio Ayung corre a oeste da vila.

Ubud é onde se marca a metade lenta da ilha.

  • Aulas de cozinha — começam num mercado e acabam à mesa, e são das que melhor compensam no Sudeste Asiático.
  • Ioga e bem-estar — aqui são uma indústria, não um extra.
  • Rafting no Ayung — pela garganta abaixo da vila, grau dois e três, adequado a famílias.
  • Bicicleta — os passeios descem do bordo do vulcão por entre as aldeias e voltam a Ubud.
  • Museus e prata — os museus Neka e ARMA, e as oficinas de prataria de Celuk.
  • Tirta Empul — as sessões de cura e purificação em que os visitantes participam, a quarenta minutos para norte.
  • Monte Batur — Ubud é a base natural para a caminhada do amanhecer, que parte às duas da manhã.

Prático

  • Tempo. Ubud fica alto o suficiente para ser uns graus mais fresco do que a costa. Também chove com mais frequência, em rajadas curtas e fortes, sobretudo de novembro a março.
  • A pé. O centro percorre-se a pé, mas os passeios são irregulares e muitas vezes estão ocupados. O trânsito na Monkey Forest Road é pior do que o mapa sugere.
  • Templos. Sarongue e faixa são obrigatórios, emprestados à entrada.
  • Socalcos de arroz. Cobram uma pequena entrada ou um donativo à beira da estrada.
  • Macacos. Levam óculos de sol, garrafas de água e tudo o que brilhe, por isso não se leva nada solto nas mãos.
  • Motoristas. Um dia inteiro custa menos do que um jantar para dois na Europa, e é por isso que quase toda a gente contrata um.
  • Numerário. Fora dos hotéis, manda ele.

Melhores experiências em Ubud

Cidades: Indonésia

Explore Ubud por interesse

Não encontra a experiência certa?

Diga-nos o que está a planear e os anfitriões locais enviam-lhe opções à medida das suas datas, do seu grupo e do seu orçamento.